Sábado, 26 Setembro 2009 01:53
As taxas Euribor, os indexantes mais usados no crédito à habitação em Portugal, atingiram ontem mínimos históricos. A Euribor a seis meses, à qual a maioria dos empréstimos bancários para comprar casa está indexada, está nos 1,02%. Isto significa uma poupança de 242 euros num empréstimo de cem mil euros, face à prestação de há um ano.
Em Outubro de 2008, quando a Euribor a seis meses atingiu um recorde de 5,1%, qualquer português que tivesse contraído um empréstimo à habitação a trinta anos e com um spread de 1% pagava 611 euros. Agora, para os contratos que vão ser revistos já em Outubro, as famílias portuguesas com as mesmas exigências bancárias vão pagar 369 euros. Uma diferença de 242 euros.
O corte na prestação é ainda maior para quem pediu 150 mil euros ao banco a trinta anos, com o mesmo spread. A queda constante da Euribor vai permitir uma poupança de 362 euros, dado que em Outubro de 2008 a prestação era de 916 euros e agora passa a 554 euros.
Os portugueses com empréstimos que tenham de ser revistos em Outubro vão beneficiar da média da Euribor em Setembro, que deverá rondar o 1%.
Mas quem agora vier a contrair um crédito à habitação já não terá qualquer benefício resultante da quebra da Euribor. Isto porque os bancos chegam a aplicar spreads três vezes superiores, comparando com os valores praticados no início do ano, de forma a compensar exactamente a tendência de descida nas prestações mensais.
Fonte: Correio da Manhã
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Terça, 25 Agosto 2009 10:27
Depois de ontem a maturidade a doze meses ter registado a primeira subida em onze sessões, as taxas Euribor regressaram hoje às quedas, atingindo novos mínimos.
A Euribor a doze meses recuou para os 1,32%. Já a Euribor a seis meses, a mais utilizada no crédito à habitação em Portugal, recuou para 1,101%, o valor mais baixo de sempre, enquanto que a taxa a três meses, usada sobretudo nos empréstimos às empresas, desceu para 0,838%, também o valor mais baixo jamais registado.
No sábado passado, o presidente do BCE, Jean-Claude Trichet, alertou para a fraqueza da recuperação económica, afirmando que o futuro é “muito incerto” e que a autoridade monetária europeia não irá alterar tão cedo as suas medidas de estímulo monetário. Para os analistas, estas afirmações significam que banco central não irá subir tão cedo as suas taxas de juro.
Fonte: Económico
Sábado, 31 Janeiro 2009 02:48
O ciclo de descida dos encargos com o crédito à habitação vai ficar completo em Fevereiro para todas as famílias que tenham um empréstimo indexado à Euribor a três meses. E a descida será ainda maior que nos meses anteriores. Para os créditos indexados à taxa a seis meses, as notícias também são boas. Quer num caso, quer no outro, a descida deverá superar os 150 euros para empréstimos de 100 mil euros.
Uma coisa é certa, para quem já tinha um crédito à habitação, as prestações vão descer para valores idênticos aos observados no final de 2005, altura em que o Banco Central Europeu (BCE) iniciou o ciclo de subidas de juros para a Zona Euro. Já quem for contrair um empréstimo poderá ver os encargos mais empolados devido às recentes subidas dos "spreads" praticados pelos bancos.
O Jornal de Negócios fez os cálculos e concluiu que as famílias que tenham um empréstimo de 100 mil euros, a 30 anos, com um "spread" de 0,7% e indexado à Euribor a seis meses vão passar a pagar 435,59 euros, caso a revisão do contrato ocorra em Fevereiro. Esta prestação é 26,14% mais baixa do que o valor estabelecido na última revisão (Agosto de 2008), ou seja, serão menos 154 euros.
Fonte: Jornal de Negócios
Quinta, 15 Janeiro 2009 20:13
As taxas de juro Euribor atingiram esta quinta-feira o valor mais baixo dos últimos três anos, acompanhando as descidas do Banco Central Europeu (BCE). Estão agora muito perto dos 2,5%. Se as taxas acompanharem este novo corte dos juros do BCE, as consequências serão quase imediatas na carteira dos portugueses. Num crédito à habitação de 100 mil euros, a poupança pode chegar aos 190 euros por mês.
As taxas Euribor chegaram esta quinta-feira ao nível dos juros do Banco Central Europeu, antes do corte desta manhã. As Euribor estão em queda desde o mês de Outubro e vão continuar a cair, na medida em que o BCE continue a baixar o preço do dinheiro.
A taxa a seis meses, a mais utilizada em Portugal no crédito à habitação, chegou aos 2,57%. Já a Euribor a três meses encontra-se nos 2,51% e o prazo mais longo caiu para os 2,65%. Estes são os valores mais baixos dos últimos três anos.
E uma descida do BCE para os 2% pode significar novos cortes nas Euribor. Se as taxas interbancárias acompanharem a descida dos juros de referência, a poupança dos portugueses vai crescer de forma significativa.
Partimos de um empréstimo-base de 100 mil euros a ser pago em 30 anos. O montante que pagava em Agosto de 2008 era de 610 euros. Mas, se as Euribor acompanharem a descida desta quinta-feira do BCE, a prestação pode cair até aos 420 euros. Isto significa que poderá pagar menos 190 euros por mês.
Em relação ao mês de Janeiro de 2009, e já depois das últimas descidas, se paga agora 499 euros de crédito à habitação e as taxas interbancárias acompanharem o corte do BCE, a poupança será de 79 euros num mês.
São números que trazem um grande alívio às famílias portuguesas e que podem ser ainda melhores. Isto porque as previsões apontam para que o Banco Central Europeu volte a cortar os juros nos próximos meses.
Fonte: TVI
Sexta, 28 Novembro 2008 01:13
Nos próximos 12 meses, as famílias deverão gastar menos 14% com o crédito à habitação face aos custos que tiveram no último ano. Os contratos com revisão do crédito em Dezembro serão os primeiros a sentir a descida da Euribor, mas as boas notícias vão estender-se a todas as famílias que pagam prestação da casa ao banco.
Depois de três anos consecutivos de aumentos dos encargos, e de um ano de 2008 marcado pelo forte aumento dos juros, esta será a primeira vez em que todas as famílias vão sentir um alívio das prestações.
O Jornal de Negócios fez os cálculos e um empréstimo de 100 mil euros, a 30 anos, com um "spread" de 0,7% e indexado à Euribor a seis meses deverá sentir uma redução de 36 euros na prestação (para 538 euros), em Dezembro, face ao valor mensal pago desde Junho. Mas as boas notícias não devem ficar por aqui.
As contas para as prestações nos próximos doze meses apontam para uma queda de 938 euros, ou 14%, face ao despendido nos 12 meses até Novembro de 2008.
Fonte: Jornal de Negócios
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