As famílias portuguesas estão a alterar o comportamento perante a crise recorrendo mais ao crédito para artigos para o lar, em detrimento das habituais opções, como o automóvel, indicou esta quinta-feira a Associação de Instituições de Crédito Especializado.
«Em Portugal estamos a assistir, devido à crise internacional, a uma alteração no comportamento dos particulares com as famílias a voltarem-se para o crédito especializado para comprar artigos para o lar (computadores, electrodomésticos e móveis) e menos para o crédito pessoal e automóvel», disse a secretária-geral da ASFAC, Susana Albuquerque à Lusa.
Para a especialista, as famílias portuguesas estão a privilegiar «as actividades conjuntas, de partilha e de bem-estar para o lar».
Neste sentido, «crédito especializado para aquisição de artigos para o lar vai crescer em Portugal até ao final de 2008», ao invés do crédito pessoal (não afectado a bens específicos) e o automóvel, acrescentou a mesma fonte.
Já o crédito pessoal e o crédito para meios de transporte registaram valores negativos no terceiro trimestre de 2008, face a igual período de 2007, de 12,5% e 7%, respectivamente.
Fonte: Agência Financeira
«Em Portugal estamos a assistir, devido à crise internacional, a uma alteração no comportamento dos particulares com as famílias a voltarem-se para o crédito especializado para comprar artigos para o lar (computadores, electrodomésticos e móveis) e menos para o crédito pessoal e automóvel», disse a secretária-geral da ASFAC, Susana Albuquerque à Lusa.
Para a especialista, as famílias portuguesas estão a privilegiar «as actividades conjuntas, de partilha e de bem-estar para o lar».
Neste sentido, «crédito especializado para aquisição de artigos para o lar vai crescer em Portugal até ao final de 2008», ao invés do crédito pessoal (não afectado a bens específicos) e o automóvel, acrescentou a mesma fonte.
Já o crédito pessoal e o crédito para meios de transporte registaram valores negativos no terceiro trimestre de 2008, face a igual período de 2007, de 12,5% e 7%, respectivamente.
Fonte: Agência Financeira



