A Associação Portuguesa de Defesa do Consumidor (DECO) chegam muitas famílias sobreendividadas e a DECO pode ser, mesmo, uma boa ajuda quando os processos ainda não chegaram aos Tribunais. Entre as soluções mais básicas propostas pela associação está a realização de um orçamento familiar, que constitui o primeiro passo para não acumular dívidas.
Mil cento e dezassete famílias pediram ajuda ao gabinete de apoio ao sobreendividado da DECO, até Agosto, de 2008. Um número superior ao de 2007, que a agravar a situação, na maioria acumula créditos. Natália Nunes revela que «em regra as pessoas que pedem ajuda têm três créditos, habitação, automóvel e pessoais».
Quando os processos que já estão em fase judicial, o papel da DECO limita-se a aconselhar, caso contrário dá-se início à procura de soluções. O primeiro passo aplica-se a todas as pessoas e começa por um simples orçamento familiar. Depois de feitas as contas e caso o valor dos créditos seja superior a 40% do orçamento familiar, está na altura de negociar com as entidades onde têm os créditos.
Já nas entidades de crédito, faz-se o aumento de prazos, a revisão de Spread e, eventualmente, a junção de todos os créditos num só, para fazer uma consolidação. Mas o que acontece é que o valor do crédito diminui e o número de anos aumenta.
Com as taxas Euribor no valor mais elevado desde 2000, a DECO prevê que ao gabinete de apoio ao sobreendividado cheguem ainda mais pedidos de ajuda nos próximos tempos.
Fonte: TVI
Mil cento e dezassete famílias pediram ajuda ao gabinete de apoio ao sobreendividado da DECO, até Agosto, de 2008. Um número superior ao de 2007, que a agravar a situação, na maioria acumula créditos. Natália Nunes revela que «em regra as pessoas que pedem ajuda têm três créditos, habitação, automóvel e pessoais».
Quando os processos que já estão em fase judicial, o papel da DECO limita-se a aconselhar, caso contrário dá-se início à procura de soluções. O primeiro passo aplica-se a todas as pessoas e começa por um simples orçamento familiar. Depois de feitas as contas e caso o valor dos créditos seja superior a 40% do orçamento familiar, está na altura de negociar com as entidades onde têm os créditos.
Já nas entidades de crédito, faz-se o aumento de prazos, a revisão de Spread e, eventualmente, a junção de todos os créditos num só, para fazer uma consolidação. Mas o que acontece é que o valor do crédito diminui e o número de anos aumenta.
Com as taxas Euribor no valor mais elevado desde 2000, a DECO prevê que ao gabinete de apoio ao sobreendividado cheguem ainda mais pedidos de ajuda nos próximos tempos.
Fonte: TVI



