O Banco Central Europeu (BCE) reduziu os juros de 2 para 1,5%, o valor mais baixo de sempre. A decisão já era esperada pelo mercado.
Isto significa que os juros na zona euro estão no valor mais baixo desde a criação do BCE, em 1999. Esta é a quinta descida dos juros efectuada pelo BCE em apenas seis meses. Em Outubro passado, a taxa era de 4,25%.
Apesar do corte de hoje, o BCE tem vindo a reduzir os juros de forma mais lenta que o Reino Unido e os Estados Unidos. A Reserva Federal colocou o preço do dinheiro no intervalo entre zero e 0,25%, enquanto que o Banco de Inglaterra reduziu hoje as suas taxas para 0,50%, o valor mais baixo desde o século XVII.
A abordagem de Jean-Claude Trichet tem motivado diversas críticas de que o BCE está a aumentar a gravidade da recessão na Europa por não baixar o preço do dinheiro de forma rápida e suficiente.
Os preços têm no entanto vindo a descer de forma menos acentuada na zona euro do que nos EUA ou no Reino Unido, devido à inflexibilidade dos mercados de trabalho europeus e a falta de concorrência na área do euro, o que já levou Jean-Claude Trichet a afirmar esta semana que não vê perigo de deflação na zona euro. Estas declarações levaram o prémio Nobel da Economia, Paul Krugman, a questionar no seu blog como estaria "o tempo no planeta em que vive" Trichet.
Fonte: Diário Económico
Isto significa que os juros na zona euro estão no valor mais baixo desde a criação do BCE, em 1999. Esta é a quinta descida dos juros efectuada pelo BCE em apenas seis meses. Em Outubro passado, a taxa era de 4,25%.
Apesar do corte de hoje, o BCE tem vindo a reduzir os juros de forma mais lenta que o Reino Unido e os Estados Unidos. A Reserva Federal colocou o preço do dinheiro no intervalo entre zero e 0,25%, enquanto que o Banco de Inglaterra reduziu hoje as suas taxas para 0,50%, o valor mais baixo desde o século XVII.
A abordagem de Jean-Claude Trichet tem motivado diversas críticas de que o BCE está a aumentar a gravidade da recessão na Europa por não baixar o preço do dinheiro de forma rápida e suficiente.
Os preços têm no entanto vindo a descer de forma menos acentuada na zona euro do que nos EUA ou no Reino Unido, devido à inflexibilidade dos mercados de trabalho europeus e a falta de concorrência na área do euro, o que já levou Jean-Claude Trichet a afirmar esta semana que não vê perigo de deflação na zona euro. Estas declarações levaram o prémio Nobel da Economia, Paul Krugman, a questionar no seu blog como estaria "o tempo no planeta em que vive" Trichet.
Fonte: Diário Económico



