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BCE corta taxas de juro

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Os maiores bancos centrais do mundo anunciaram hoje um forte corte de todas as suas taxas de juro, tendo o Banco Central Europeu reduzido a Refi dos 4,25% para os 3,75%, naquela que é uma medida sem precedentes para tentar aliviar os efeitos económicos da crise financeira.

Deste modo, enquanto a principal taxa de refinanciamento do BCE, a Refi, passou para os 3,75%, a taxa marginal para os 4,75% e a de facilidade de depósito recuou para os 2,75%.

Em conjunto com o Banco Central Europeu, a Reserva Federal dos Estados Unidos baixou a sua taxa de juro de referência dos 2,0% para os 1,5%.

Também o Banco Central do Canadá, o Banco Nacional da Suíça e o Banco Central da Suécia anunciaram hoje reduções das suas respectivas taxas de juro. A taxa de referência canadiana passou para os 2,5%, a da Suíça recuou para os 2,5% e a da Suécia para os 4,25%.

Fonte: Diário Económico
 

Euribor a doze meses acima dos 5,5%

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A instabilidade nos mercados de crédito da Zona Euro persiste e continua a impulsionar as Euribor que fixam novos recordes a cada dia que passa. A taxa interbancária a doze meses, a maturidade mais longa, superou, hoje, uma nova fasquia. Está já acima dos 5,5%.

As Euribor, que são habitualmente utilizadas como indexantes dos créditos, nomeadamente há habitação, continuam a reflectir a elevada tensão nos mercados crédito. Há pouca liquidez. E poucos bancos estão dispostos a emprestar dinheiro a outras instituições, receando o incumprimento do contrato.

Mesmo quem empresta pede “prémios” mais elevados. Esses “prémios” estão espelhados na evolução das taxas interbancárias, as Euribor, que têm registado subidas acentuadas, especialmente nos últimos dias. O indexante a seis meses chegou hoje aos 5,405%, enquanto a Euribor a três meses avançou para 5,291%.

A taxa a doze meses registou o menor aumento, mas a subida foi suficiente para superar a fasquia dos 5,5%, fixando-se nos 5,505%. Está já 125 pontos base acima da taxa directora, a do Banco Central Europeu (BCE), que está nos 4,25% e que, segundo os especialistas, poderá descer, em breve.

Realiza-se amanhã a reunião mensal do BCE. Não está afastada a possibilidade de Jean-Claude Trichet anunciar um corte na taxa, mas este cenário é de difícil concretização. Há já bancos de investimento a preverem que a primeira redução do preço do dinheiro, depois de uma série de subidas, aconteça em Dezembro. A opinião geral é de que em 2009 os juros do BCE vão diminuir, mais do que uma vez.

Fonte: Jornal de Negócios
 

DECO ajuda famílias sobreendividadas

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A Associação Portuguesa de Defesa do Consumidor (DECO) chegam muitas famílias sobreendividadas e a DECO pode ser, mesmo, uma boa ajuda quando os processos ainda não chegaram aos Tribunais. Entre as soluções mais básicas propostas pela associação está a realização de um orçamento familiar, que constitui o primeiro passo para não acumular dívidas.

Mil cento e dezassete famílias pediram ajuda ao gabinete de apoio ao sobreendividado da DECO, até Agosto, de 2008. Um número superior ao de 2007, que a agravar a situação, na maioria acumula créditos. Natália Nunes revela que «em regra as pessoas que pedem ajuda têm três créditos, habitação, automóvel e pessoais».

Quando os processos que já estão em fase judicial, o papel da DECO limita-se a aconselhar, caso contrário dá-se início à procura de soluções. O primeiro passo aplica-se a todas as pessoas e começa por um simples orçamento familiar. Depois de feitas as contas e caso o valor dos créditos seja superior a 40% do orçamento familiar, está na altura de negociar com as entidades onde têm os créditos.

Já nas entidades de crédito, faz-se o aumento de prazos, a revisão de Spread e, eventualmente, a junção de todos os créditos num só, para fazer uma consolidação. Mas o que acontece é que o valor do crédito diminui e o número de anos aumenta.

Com as taxas Euribor no valor mais elevado desde 2000, a DECO prevê que ao gabinete de apoio ao sobreendividado cheguem ainda mais pedidos de ajuda nos próximos tempos.

Fonte: TVI
 

Renegociação de Crédito Habitação

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A partir de hoje pode bater à porta do seu banco, pedir para que as condições do seu empréstimo à habitação sejam revistas e não pagar comissões por isso. Pode poupar mais de 150 euros com a nova legislação, o valor cobrado por alguns bancos.

Hoje entra em vigor a lei da renegociação de crédito, que define que os clientes podem tentar obter novas condições para os seus empréstimos sem que os bancos possam cobrar qualquer valor. Mas atenção: esta lei só abrange contratos à habitação que estejam em vigor. Reforços de capital não estão incluídos e quem já renegociou o contrato com o banco não poderá pedir o reembolso da comissão cobrada.

Fonte: Jornal de Negócios
 


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Entrou recentemente em vigor a lei da renegociação de crédito, que define que os clientes podem tentar obter novas condições para os seus empréstimos sem que os bancos possam cobrar qualquer valor. Saiba em Renegociação de Crédito Habitação.