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Campanha Cetelem

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Este Natal aproveite a Campanha da Cetelem e realize todos os seus projectos com um financiamento até 50.000€ e mensalidades fixas até ao final do contracto.


Campanha de Crédito Cetelem

O valor da mensalidade inclui seguro de crédito facultativo, ficando o crédito disponível em 48 horas após a aprovação da Cetelem.

Campanha de Crédito Cetelem

Para mais informações visite Crédito Pessoal Cetelem.

Fonte: Cetelem
 

Cartões de Crédito da Caixa

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De 15 de Novembro de 2008 a 15 de Fevereiro de 2009 tem à sua disposição uma linha de crédito suplementar para efectuar aquela compra com que sempre sonhou com a Campanha de Natal Cartões de Crédito da Caixa.


Transfira as suas compras, cash-advance ou saldo em dívida para pagamentos fraccionados e beneficie de uma taxa de juro mais baixa para pagamentos até 60 meses. Basta ligar o serviço Caixadirecta e pedir a passagem da compra para um Plano de Pagamentos fraccionados à sua medida:

 Prazo Taxa de Juro Nominal
Valor Mínimo
 6 meses
 15% 100 euros
 12, 18, 24, 36 ou 48 meses
 12% 250 euros
 60 meses
 12% 750 euros


Escolha o cartão ideal para si, conheça todos os cartões da Caixa e aproveite as vantagens que tem ao seu dispor:
  • Caixa Woman: desconto até 5% nas compras nos supermercados
  • Caixa Classic: desconto até 3% em todo o tipo de compras
  • Leve: poupança automática para o Plano de Reforma
  • Ímpar: taxa de juro mais reduzida nas compras
  • Soma: oferta de pontos no programa Fast Galp
  • Miles & More: oferta de milhas para a sua próxima viagem de avião
  • Caixa Gold: prestígio e um clube exclusivo.
Promoção válida para todos os cartões de crédito particulares e Caixaworks.
TAEG de 13,791% para o montante de 1.000 euros a 24 meses.

Fonte: Caixa Geral de Depósitos
 

Nova linha de crédito para as PME

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As empresas portuguesas vão poder dirigir-se aos bancos, a partir de Dezembro, para se candidatarem às três novas linhas de crédito anunciadas terça-feira pelo primeiro-ministro, José Sócrates. Estas linhas de crédito bonificado destinam-se ao reforço dos capitais permanentes de empresas exportadoras, unidades hoteleiras e pequenas e micro empresas. São 1,4 mil milhões de euros atribuídos de “forma mais flexível” do que nas linhas anteriores, para auxiliar as empresas num momento de crise.

Apesar de a linha PME Investe III ter sido apresentada terça-feira, as empresas só vão poder dirigir-se ao banco para se candidatarem a partir de Dezembro, porque o “processo de contratualização dos bancos” ainda não está concluído, avançou, ao Diário Económico, fonte oficial do Ministério da Economia. No entanto, as empresas continuam a poder candidatar-se à PME Investe II que ainda tem algumas verbas disponíveis.

As duas linhas de crédito são diferentes, explicou fonte oficial do Ministério da Economia, porque esta última “é mais flexível do que a anterior”. Enquanto a primeira linha se destinava, sobretudo, ao financiamento de investimentos das empresas, a nova linha “pode ser usada tanto para investimentos como para reforçar o fundo de maneio das empresas”. Assim desaparece a obrigatoriedade das empresas apresentarem projectos de investimento concretos no momento da candidatura e desaparecem também as restrições de usar apenas 30% do financiamento em fundos de maneio.

A flexibilidade da nova linha revela-se ainda a outro nível: acabam as restrições regionais que vigoravam até agora. Por exemplo, na PME Investe II as empresas de restauração de Lisboa e Algarve não se podiam candidatar a financiamento de fundos de maneio. Essa limitação desaparece.

As novas linhas não são tão generosas na bonificação dos juros, como as anteriores, mas o Governo garante que apresenta melhores condições de crédito do que a banca, não só porque a taxa de juro praticada é mais baixa – a banca neste momento está a financiar-se à taxa Euribor mais 1% e por isso tem de cobrar mais aos seus clientes –, mas também porque os custos com a garantia são suportados pelo menos em 50% pelo Governo.

Por decidir está ainda o condicionalismo referente à manutenção de postos de trabalho. Enquanto que para micro e pequenas empresas essa obrigatoriedade já está definida – o primeiro-ministro anunciou-o na terça-feira – ainda está em estudo a possibilidade de as empresas também só se poderem candidatar às linhas exportadora e de turismo se mantiverem os postos de trabalho na empresa.

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Taxa Euribor mantém queda

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As taxas Euribor voltaram a cair na sessão de hoje, reflectindo as descidas de juro efectuadas pelo Banco Central Europeu (BCE). A taxa a seis meses já está a negociar abaixo dos 4,3% e a Euribor a três meses renovou o mínimo de Julho de 2007. As prestações dos empréstimos à habitação vão finalmente descer. Para já, e ainda falta metade do mês, as quedas dos custos superam os 4% por mês.

As taxas Euribor têm caído consecutivamente desde o dia 10 de Outubro, reflectindo dois cortes de juros de 0,50 pontos percentuais da taxa de juro praticada pelo BCE e que é a referência para a Zona Euro. As Euribor já descontaram a totalidade das duas descidas, tendo caído no acumulado mais de mais de 1 ponto percentual.

A Euribor a três meses desceu hoje para os 4,223%, o que representa o valor mais baixo desde Julho de 2007. A taxa a seis meses caiu para os 4,292% e a Euribor a 12 meses cedeu para os 4,355%. E estas quedas não devem ter terminado. O mercado espera que as taxas Euribor se aproximem mais da taxa directora, que está actualmente está nos 3,25%.

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BCE desce taxas em 0,50%, para 3,25%

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O Banco Central Europeu (BCE) acaba de descer o preço do dinheiro em 50 pontos base. A taxa de referência na Zona Euro passa então para 3,25%. É o segundo corte nos juros, em menos de um mês, para tentar impulsionar o consumo e o investimento e tentar travar a recessão na Europa.

Os analistas acreditam que, nos próximos meses, o BCE vai ser obrigado a voltar a descer os juros pelo menos até aos 2,5%. Os sinais de crise e o abrandamento da inflação deixam a porta aberta para o BCE cortar o preço do dinheiro.

Também o Banco de Inglaterra cortou os juros, que passaram de 4,5% para os 3%. Uma fortíssima descida, para tentar evitar uma recessão no Reino Unido.

Fonte: TVI
 


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Notícias

Entrou recentemente em vigor a lei da renegociação de crédito, que define que os clientes podem tentar obter novas condições para os seus empréstimos sem que os bancos possam cobrar qualquer valor. Saiba em Renegociação de Crédito Habitação.